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Nascida em berço esplêndido! A Colibris surgiu em
março de 2003, comemorando o sétimo título de sua
madrinha, a Beija-Flor de Nilópolis. Azul e branco
triunfal e sem igual, foi a máxima representante
da escola de Nilópolis na LIESV. Com fundação em
João Pessoa (antiga sede) e sediada no Rio de
Janeiro,
possui a firmeza do Nordeste e a malandragem
carioca.
Em
seu primeiro carnaval exaltou uma guerreira -
Clara Nunes e Colibris uniram-se em uma única
imagem, cantaram e choraram a saudade do encontro
que não veremos mais. O samba é considerado o
primeiro grande clássico da LIESV, apesar da
escola ter sido apenas a quarta colocada na
apuração.
A
escola sempre teve como característica apostar em
desfiles fortemente ligados à cultura brasileira,
chegando ao vice-campeonato em 2005, com “Casa
Grande e Senzala”. Após o carnaval de 2006, acabou
descumprindo o regulamento, sendo rebaixada.
A
mudança da presidência, que passou a Guilherme
Dourado entretanto, acabou dando um novo fôlego
para a escola. Com o trabalho de Murilo Duarte e
do intérprete Pedro Ferraz, a escola acabou
sendo campeã do Grupo de Acesso de 2007. Porém,
no ano seguinte, a tradicional agremiação acabou
rebaixada e disputou o Grupo de Acesso em 2009.
Depois do carnaval virtual 2009, a Colibris fez
uma fusão com a SVS Cruzeiro do Sul, com Rodrigo
Raposa passando a ocupar a vice-presidência da
agremiação, que manteve o nome e adicionou
"Guerreira" à nomenclatura inicial, se tornando
Grêmio Recreativo Escola de Samba Virtual
Guerreira (GRESVG) Colibris.
Em
2010, a escola superou as dificuldades e, com um
belíssimo desfile, foi a campeã do Grupo de
Acesso, voltando para a elite do carnaval
virtual. Após a apresentação, Théo Valter
entregou o comando da Colibris para Rodrigo
Raposa que, em março de 2011, o repassou a
Gustavo Martins. Desde 2012, Murilo Sousa é o
presidente da Guerreira.
Ela
é a única, inimitável! Ela é puro samba! O samba é
do povo! E é ao povo que a Colibris dedica seus
Carnavais! |