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Ficha Técnica


 

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Nome: G.R.E.S.V. Cupincha de Campo Grande

Cores: Azul, Vermelho e Branco

Simboplo: Abutre

Cidade-Sede: Rio de Janeiro-RJ

Data de Fundação: 10/03/2011

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Carnaval 2017


 

[/et_pb_text][et_pb_tabs admin_label=”Tabs”][et_pb_tab title=”Ficha Técnica”]

Presidente: Carlos Augusto
Carnavalesco: César Maia
Intérprete: Kaisso
Enredista: Carlos Augusto

 

Enredo: “CURIUÁ-CATU E A EPOPEIA AMAZÔNICA”

[/et_pb_tab][et_pb_tab title=”Sinopse”]

Enredo 2017: “CURIUÁ-CATU E A EPOPEIA AMAZÔNICA”
Carnavalesco: César Maia
Texto e Autor: Carlos Augusto

 

CURIUÁ-CATU E A EPOPEIA AMAZÔNICA

INTRODUÇÃO

Em 2017 a Cupincha de Campo Grande revive a epopeia conduzida no século XVII, em plena União Ibérica, pelo militar e navegador português Pedro Teixeira através do Rio Amazonas. Uma expedição desafiadora que partiu do Forte do Presépio – hoje Belém – rumo a Quito, com cerca de 2 mil pessoas entre soldados, cartógrafos, jesuítas e índios de várias tribos, principalmente Tupinambás. Entre mito e realidade muitos obstáculos surgiram no caminho, fazendo os índios acreditarem que eram frutos do deus do mal – Jurupari.

Portanto, a Cupincha faz uma justa homenagem a esses heróis bandeirantes e a seu líder, o lusitano Pedro Teixeira, também conhecido pelos índios como Curiuá-Catu – homem branco bom – por terem concluído em dois anos uma epopeia pelo grande rio Amazonas, época em que o Brasil pertencia ao Império Espanhol, que definiu em pleno século XVII a conquista da Amazônia para a Coroa Portuguesa e o atual tamanho do Brasil.

 

SINOPSE

Certo dia, sobreviventes de uma expedição espanhola que partiu de Quito para explorar o rio Amazonas em busca do Eldorado chegaram ao Forte do Presépio e relataram ao governador do Pará que a expedição fora dizimada por índios ferozes. Preocupado com a presença de espanhóis naquela região, o governador do Pará resolveu criar uma expedição à cidade de Quito, no Vice-Reino da Nova Granada, e deu o comando a Pedro Teixeira, pois o mesmo foi responsável por derrotar e expulsar ingleses e holandeses dos povoados  portugueses do norte. Era importante enviar a expedição para Quito, pois chegar àquela cidade seria a prova de que os portugueses haviam navegado todo o rio Amazonas, pois apenas assim, poderiam tomar posse das terras amazônicas de maneira incontestável.

A escolha de Pedro Teixeira levou em conta sua bravura e simpatia dos índios por sua pessoa. Muitos portugueses se juntaram à expedição seduzidos por riquezas, já que da boca dos indígenas saíam histórias que garantiam que havia inúmeras tesouros escondidos no Rio Amazonas à espera de grandes conquistadores.

A expedição se prepara para a partida. A lua ilumina a mata, ao longe se escuta o ecoar dos tambores. São os guerreiros tupinambás, valorosos no combate, que se preparam para partir rio acima ombreando com seus aliados portugueses, liderados por Pedro Teixeira, único patrício por quem aceitam ser liderados, por considerá-lo um homem valoroso e justo,  além de destemido contra os inimigos. Chamavam-no Curiuá-Catu – O Homem Branco Bom.

Canoas e jangadas se lançam ao Rio-Mar em busca de riquezas escondidas, como a lenda da Cidade do Ouro Perdido, na qual um grande tesouro, maior que a riqueza de todos os reinos estaria escondida.

A travessia se revela a Curiuá-Catu e seus comandados mais deslumbrante do que imaginavam.  Mesmo os índios evitavam subir rio acima, pois inúmeras histórias eram narradas de geração para geração sobre o que se podia encontrar na travessia. Histórias de perigos sobrenaturais, mitos e lendas como o deus do mal  Jurupari e a enorme serpente Boiúna, que temiam que devorasse toda a comitiva.

O valente comandante da expedição compreende que no grande rio o mítico se funde ao real e não é possível distinguir o que é lenda do que é realidade, e que a própria história do rio é a história daquele povo que em suas margens vive. O canto e a beleza de Iara, a Majestade do Rio, seduzem os viajantes, assim como as histórias narradas pelo velho pajé, como as lendas das Amazonas, o fulgor das Icamiabas e o esplendor de Muiraquitã.

A viagem se torna a cada instante mais difícil, a visão se torna inebriante e surgem delírios e alucinações.  Mas aos poucos animais ferozes, doenças e tribos hostis vão ficando para trás. Os rituais do pajé Uacari, frutos da sabedoria ancestral, reestabelecem os feridos com suas ervas que curam, extraídas do interior da mata verdejante, afastando todo o mal lançado por Jurupari.

Após tantos esforços, os valentes desbravadores alcançam o objetivo da viagem: após tantas provações chegam à cidade de Quito, onde são recebidos com festa. Cantos e danças indígenas tomam conta do acampamento.

Após um tempo em Quito, a expedição retorna ao Forte do Presépio. No retorno rio abaixo, Pedro Teixeira, cujo olhar penetrante fascinava os índios, os quais afirmavam que  tinha o dom de atravessar as almas, vai tomando posse das terras amazônicas em prol da coroa lusitana, ainda durante a União Ibérica, em pleno domínio espanhol.

Dois anos após ter partido em busca de riquezas, sobretudo ouro e pedras preciosas, Curiuá-Catu compreendeu que não eram estas as grandes riquezas daquela região. As verdadeiras riquezas da Amazônia são a fauna, a flora e a alma do povo e as suas tradições.

 

[/et_pb_tab][et_pb_tab title=”Samba”]

Enredo 2017: “CURIUÁ-CATU E A EPOPEIA AMAZÔNICA”
Autores: André de Paula, Dig e Ameixa Seca
Intérprete: Kaisso

CANTA CUPINCHA
ECOA O GRITO DO ÍNDIO… (ÔÔ)
TRAZ A FORÇA DA FLORESTA EM SEU CANTAR
MAGIAS E LENDAS TUPINAMBÁS
HOJE TEM SAMBA NA ALDEIA
O NOSSO TAMBOR INCENDEIA

Ó Amazonas, rio de sagrada beleza
És um baú de fantasia majestosa sutileza
A lua cheia a mata clareou
Iluminando a jornada que Tupã abençoou
Curiuá-Catu partiu… rio acima a navegar
Se encantou… com a cultura do lugar
Danças nativas, saberes ancestrais
Ervas que curam e sagrados rituais
A ambição a mover aventureiros
Em busca de riquezas minerais

ENAWENÊ-NAWÊ, O SOPRO DA VIDA QUE FAZ RENASCER
DA ÁGUA A AMAZONA GUARDIÃ TROUXE O ENCANTO DO MUIRAQUITÃ

Pajé, pinta o corpo dos guerreiros
Destemido feiticeiro, pois assim mandou Irin
Homem branco engana a serpente
Vencendo as trevas de Jurupari
Enfim a seu destino chegou
Na cidade Quito, surge a consagração
Brota a alegria na floresta…
O tambor se manifesta… no encômio triunfal
Salve a Amazônia, suas crenças…tradição
Sua fauna, sua flora e esse povo
O verdadeiro eldorado desse chão

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Saiba mais sobre a Escola


 

[/et_pb_text][et_pb_tabs admin_label=”Tabs”][et_pb_tab title=”História”]

O GRESV Cupincha de Campo Grande foi fundado em 10 de março de 2011 por um grupo de amigos, que se reuniu na Estrada Intendente Magalhães para assistir ao desfile das Escolas de Samba do Grupo C da AESCRJ daquele ano. A ideia daquele grupo era fundar uma escola para disputar o carnaval real, mas em virtude de alguns morarem em -ppestados diferentes, acabaram por optar pelo carnaval virtual.
As cores azul, vermelho e branco são uma homenagem às escolas do Grupo Especial e Acesso que venceram o carnaval de 2011 – Beija-flor de Nilópolis e Renascer de Jacarepaguá – e ao Sereno – escola do bairro de Campo Grande.
O símbolo da escola, o abutre, foi escolhido em virtude do local em que morou a maior parte de seus fundadores, o conjunto Alfredo de Moraes – também conhecido como Morro do Abutre –, em Campo Grande, Zona Oeste do Rio de Janeiro-RJ. As seis estrelas servem para designar os fundadores da escola.
Em 2012, a escola fez a sua estreia na Passarela João Jorge Trinta e surprendeu aos amantes do carnaval virtual com um desfile suntuoso e empolgante que lhe rendeu diversos elogios, obtendo prêmios e sendo apontada pelo público como a grande revelação do campeonato Na apuração a escola ficou em quinto lugar, sendo a melhor nos quesitos conjunto e fantasias.
Em 2013, desfilando no grupo de acesso da LIESV, a escola apresentou o enredo “Ó
abre alas que eu quero passar…”. , obtendo o vice-campeonato e garantindo vaga na elite do Carnaval Virtual.
Já no ano de 2014, a agremiação da Zona Oeste do Rio de Janeiro obteve o sexto lugar em sua estreia no Grupo Especial da LIESV, apresentando o enredo “A saga de Alexandre”.
No carnaval 2015, a escola chegou em quarto lugar com o enredo “O impossível é possível?”.
Em 2016 a escola da Zona Oeste do Rio de Janeiro conquistou o título de campeã pela primeira vez na sua história contando a história do cordelista Leandro Gomes de Barros, com o enredo “O Rei da Poesia do Sertão”.

[/et_pb_tab][et_pb_tab title=”Outros Carnavais”]

Carnaval Virtual 2017
Enredo: “Curiuá-Catu e a epopeia Amazônica”
Colocação: Grupo Especial – CAMPEÃ


Carnaval Virtual 2016
Enredo: “O Rei da Poesia do Sertão”
Colocação: Grupo Especial – CAMPEÃ


Carnaval Virtual 2015
Enredo: “O impossível é possível?”
Colocação: Grupo Especial – 4º lugar


Carnaval Virtual 2014
Enredo: “A saga de Alexandre”
Colocação: Grupo Especial – 6º lugar


Carnaval Virtual 2013
Enredo: “Ó abre-alas que eu quero passar…”
Colocação: Grupo de Acesso – Vice-Campeã


Carnaval Virtual 2012
Enredo: “Cinderela – Um conto de fadas”
Colocação: Grupo de Avaliação (CAESV) – 4º lugar

[/et_pb_tab][et_pb_tab title=”Premiações”]

2012 – Grupo de Avaliação – Troféu Tradissaum – Revelação: César Maia


2012 – Grupo de Avaliação – Troféu Tradissaum – Troféu Tradissaum – Melhor conjunto de fantasias


2013 – Grupo de Acesso – Troféu Clara Nunes – Baianas


2016 – Grupo Especial – Troféu Clara Nunes – Melhor fantasia – Ala 7 – A Seca do Ceará


2016 – Grupo Especial – Troféu Clara Nunes – Melhor Comissão de Frente


2017 – Grupo Especial – Troféu Clara Nunes – Melhor Alegoria (Carro 05)


2017 – Grupo Especial – Troféu Clara Nunes – Conjunto de Alegorias


2017 – Grupo Especial – Troféu Clara Nunes – Samba Enredo


2017 – Grupo Especial – Troféu Clara Nunes – Intérprete (Kaisso)

 

[/et_pb_tab][et_pb_tab title=”Contato”]

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