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Ficha Técnica


 

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Nome: G.R.E.S.V. Floripa do Samba

Cores: Azul, Vermelho e Branco

Simbolo: Pavão

Cidade-Sede: Florianópolis-SC

Data de Fundação: 05/12/2009

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Carnaval 2017


 

[/et_pb_text][et_pb_tabs admin_label=”Tabs”][et_pb_tab title=”Ficha Técnica”]

Presidente: Christian Fonseca
Vice Presidente: Caio Souza
Carnavalescos: Mauricio Ferreira e Fernando Constancio
Intérprete: Pixulé
Enredista: Fernando Constancio

 

Enredo: Beijim Beijim, voltei Brasil: Alô, alô, é Fernando Pinto! Tem fruta, fauna, flora e índio.

floripa177

[/et_pb_tab][et_pb_tab title=”Sinopse”]

Enredo 2017: Beijim Beijim, voltei Brasil: Alô, alô, é Fernando Pinto! Tem fruta, fauna, flora e índio.
Carnavalesco: Mauricio Ferreira e Fernando Constancio
Texto e Autor: Fernando Constancio

 

Beijim Beijim, voltei Brasil: Alô, alô, é Fernando Pinto! Tem fruta, fauna, flora e índio.

1º Setor: Vim das estrelas com meu Ziriguidum.

Faz anos que parti, a bordo da Nava-Mãe, rumo ao espaço sideral.
Mas hoje ”vim das estrelas com meu Ziriguidum”, com meu índio, minha fauna, minha flora e meu Brasil, pousar não naquela que me eternizei, mas naquela em que me eternizarei: a passarela do futuro, a passarela virtual.

2º Setor: Pernambuco, o berço cultural – Minha raiz…

Minha origem é nordestina, ”cabra macho, sim senhor”. Lá do ”Leão do Norte”(1), terra em que aprendi a viver e criei raízes.
Cresci no meio de toda aquela diversidade cultural, ora por ter sido uma das primeiras áreas efetivamente colonizada pelos portugueses e posteriormente recebendo muitas influências. Lá no meu estado aprendi a dançar o frevo com sombrinha na mão. E como não poderia deixar de faltar, ainda presenciei o Maracatu com seus caboclos de lança, os festejos dos Reis Magos e a culinária, que me serviriam logo mais como embasamento para minha formação no carnaval.

3º Setor: Surgiu a Coroa Imperial…

”…Que grilo é esse
Vou embarcar nessa onda
É o Império Serrano que canta
Dando uma de Carmem Miranda…”(2)

Império Serrano, ”Reizinho de Madureira”, Minha querida ”Serrinha”. Berço de Silas de Oliveira(3), Mano Décio(4), Ivone Lara(5) e tantos outros… Foi lá onde tudo começou, onde o sonho se firmou e a fantasia deu lugar a realidade.
O ano era 1971 quando levei pela primeira vez um carnaval para a Avenida, na época em que os desfiles aconteciam na Presidente Vargas. Naquele ano ”O canto do Nordeste estava presente no Império Serrano”, isso porque levei para a avenida o enredo ”Nordeste – seu povo, seu canto, sua gente”, exaltando o povo nordestino. Começava então minha história no carnaval do Rio de Janeiro…
No ano seguinte vesti a Verde e Branco de Madureira com muitos animais, frutas, coqueiros e matagais para compor o cenário do enredo ”Alô Alô, tai Carmem Miranda”, que levaria o Império Serrano ao lugar mais alto do carnaval de 1972 e que lançaria a todos um novo estilo de se fazer carnaval, o tropicalismo.
Permaneci no Império Serrano por mais cinco carnavais, levando para a avenida uma ”Viagem encantada Pindorama adentro”. Apresentei a todos a origem cultural do Maracatu e suas transformações ao longo da história com o enredo ”Dona Santa, a rainha do Maracatu”. Em 1974 era a vez de homenagear a vedete Zaquia Jorge, uma grande figura da época que havia abandonado o estrelato para construir um teatro em Madureira.
”Um mar, misterioso mar” serviu de cenário e inspiração para o enredo ”Lenda das Sereias”. Por fim, terminei minha jornada na Coroa Imperial com uma homenagem a Oscarito, no ano de 1976.

4º Setor: A estrela Guia de Padre Miguel – A era da Vanguarda.

Na Mocidade Independente ”ergui minha bandeira e plantei minha raiz”. Ousei, criei e revolucionei a Estrela Guia de Padre Miguel. Era a época vanguardista e moderna que se iniciava…
Numa ”Brasileia Desvairada” mostrei a todos a explosão de cores, frutos e flores numa delirante Tropicália Maravilha. Fiz um clamor pela preservação e mostrei ao Brasil ”Como era Verde meu Xingu”, fazendo críticas a desordem ambiental impostas pelas indústrias. Levei para a avenida, no ano da inauguração do sambódromo, uma crítica ao comércio ilegal da Amazônia em ”Mamãe eu quero Manaus”, culminando na 4´ª colocação daquele ano.
Mas foi fugindo das minhas raízes e revolucionando meu próprio ser que conquistei a todos em 1985, quando abandonei o nacionalismo e exaltei a conquista humana do espaço sideral, misturando estrelas, luas, cometas, planetas, asteroides e muito prateado, levando baianas, passistas e ritmistas ao espaço sideral a bordo de uma nave espacial para tornar o Carnaval nas Estrelas realidade.

”…Minha Cidade
Minha Vida
Minha canção
Faz mais verde meu coração…”(6)

Em 1987 levei para a avenida uma cidade imaginária, “um carnaval de ficção científica tupiniquim, retro-futurista, pós indígena. O New Eldorado”. Tupinicópolis, era moderna e inspirada no estilo de vida de índios, lá tudo se transformava. A boate era Saci, o shopping se transformava em ”Shopping-Boitatá”, o chá era de Raoní e o pó de guaraná. Até mesmo as forças armadas foram representadas com um grande Tatu…

5º Setor: Beijim, Beijim, bye bye Brasil!

”…Bye bye Brasil, beijim, beijim, beijim
encanta a Mocidade assim…”(7)

Para o carnaval de 1988, imaginei um Brasil diferente da realidade, dividindo-o em sete Brasiléias encantadas, dando ”bye bye” para os seus problemas. Mas este não foi o único enredo de minha autoria que não pude ver na Sapucaí, isso porque dois anos após meu falecimento, a Mangueira levou para a avenida a história de Sinhá Olímpia, cujo tema era de minha autoria.
Quis o destino que quem tanto exaltou o Brasil viesse a falecer justamente na avenida de mesmo nome, a Avenida Brasil. Parece que os anjos estavam preparando um grande desfile no céu naquele ano de 1987, e para tal resolveram chamar nossa estrela maior para realizar esse grande espetáculo. Anjos se vestiram com frutas e cocar na cabeça para receber esse grande gênio que eternizou seu nome na passarela.

Glossário:
1- Leão do Norte é como o estado de Pernambuco é conhecido, onde Fernando Pinto nasceu.
2- Samba Enredo do Império Serrano de 1972, composto por Heitor Achiles, Maneco e Wilson Dias.
3- Compositor e sambista, figura ilustre do Império Serrano, autor de sambas como Aquarela Brasileira (1964), Os Cinco Bailes da História do Rio (1965) e ‘Heróis da Liberdade (1969).
4- Um dos fundadores do Império Serrano e compositor de diversos sambas da escola.
5- Sambista carioca e considerada uma das matriarcas do samba. Ivone Lara foi a primeira mulher a compor um samba enredo, Os cinco bailes da história do Rio em 1965.
6- Samba Enredo da Mocidade Independente de Padre Miguel de 1987, composto por Gibi, Nino Bateria, Chico Cabelera e J, Muinhos
7- Samba Enredo da Mocidade Independente de Padre Miguel de 1988, composto por João das Rosas, Ferreira e J. Muinhos.

 

[/et_pb_tab][et_pb_tab title=”Samba”]

Enredo 2017: Beijim Beijim, voltei Brasil: Alô, alô, é Fernando Pinto! Tem fruta, fauna, flora e índio.
Autores: Marco Maciel e Thiago Meiners
Intérprete: Pixulé

Vim Das Estrelas
Pra Reviver No Meu País
Um Sonho À Bordo Da Natureza
Retratos De Um Povo Feliz
Sou Cabra Macho, Nordestino Sim Senhor
Leão Do Norte Meu Estado, Minha Raiz
Da Diversidade Cultural, Amor De Carnaval
Tornando Minha História Imortal

Verde E Branco É Amor Pra Vida Inteira
Em Madureira, Luz De Tantos Carnavais
Tropicalista, Pindorama, Brasileiro
Da Serrinha Conquistei O Mundo Inteiro

Ergui A Bandeira, Olhei Pro Céu
E Uma Estrela Iluminou A Minha Vida
Explosão De Cores, Sonho De Preservação
Uma Cidade Que Encantou Seu Coração
Então, Na Emoção Da Avenida Mais Bonita
Os Anjos Hoje Vem Me Coroar
E Resgatar O Meu Ziriguidum
Tão Brasileiro, Tão Genial
Colorindo O Carnaval

Beijim, Boate Saci E Shopping Boitatá
A Onda É Floripa E Voltei Pra Encantar
Eu Sou Fernando Pinto, Salve A Mocidade
Parece Um Sonho De Tanta Felicidade

 

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Saiba mais sobre a Escola


 

[/et_pb_text][et_pb_tabs admin_label=”Tabs”][et_pb_tab title=”História”]

A Floripa do Samba nasceu do contato que Christian Fonseca teve com a página da CAESV no extinto “Orkut”. Após isso, pelo amor ao carnaval resolveu criar uma agremiação. Em homenagem a sua cidade, resolve colocar o nome de Floripa do Samba. A data escolhida, 05/12/2009, ficou marcada pelo fato de ser o mesmo dia e mês da fundação do time de futebol de rua que ele tinha, então em homenagem aos seus amigos, fixou essa data como oficial.

O símbolo pavão foi escolhido pelo fato de o presidente Christian Fonseca gostar muitos dos desfiles da Unidos da Tijuca, e principalmente como o pavão era representado nas alegorias, “Aquilo era fascinante, olhava na TV e aquele pavão enorme estampado no abre-alas, me marcou”. Sendo assim, foi fácil colocar o símbolo, um pavão.

Uma das primeiras pessoas que ajudou a escola nessa empreitada foi Luis Butti, não posso deixar de citar essa grande personalidade que contribuiu para que a escola seguisse. Butti se dispôs e fez nosso primeiro samba enredo, que tinha como enredo “Na arquibancada do seu coração, União da Ilha é Pura emoção”, uma homenagem a volta da União da Ilha do Governador a elite do carnaval carioca. No primeiro ano tivemos muitas dificuldades, ainda era muito amador, e ficamos em 14º lugas, das 19 escolas que participavam desse ano.

Como consequência, acabou que a escola não conseguiu se organizar para o ano seguinte, e numa conversa com João Salles Neto, permitiu que a Floripa do Samba pegasse carona no enredo deles, numa espécie de fusão. Ai aparece outro personagem importante de nossa história, João foi um grande incentivador para que a Floripa se erguesse e pudesse continuar. A escola precisava de organização e uma equipe bastante afiada.

Já em 2012 a escola volta Independente e com pessoas que foram fundamentais para o processo de crescimento da Floripa do Samba. Sérgio Falcão foi convidado para ser carnavalesco e aceitou o desafio de fazer o enredo sobre a cidade de Florianópolis. Deixamos aqui nosso agradecimento por esse homem tão responsável, competente, e que foi essência para a agremiação. Também acabamos por conhecer o interprete Thiago Meiners, ainda não como oficial, mas fazia a ponte para que nosso samba fosse gravado numa melhor qualidade. Começamos a investir realmente na liga. Outro personagem da agremiação que não podemos deixar de citar, ficou pouco tempo, mas vestiu a camisa da escola e como diretor de Marketing, Guilherme de Freitas Silva, criou blog pra agremiação, fez de fato nossa primeira logo de enredo que até hoje está eternizada em nossa história. Essa parceria e investimento surtiu efeito, ficamos em 8º lugar das 15 escolas que desfilaram naquele ano.

No ano de 2013, a equipe se preservou, agora com Thiago Meiners como interprete oficial. Sérgio Falcão permaneceu como carnavalesco. Enredo seria uma homenagem a “Hebe – a eterna gracinha”. O samba fantástico de Marco Maciel empolgou a todos da escola. Contudo ficamos em 10º Lugar.

Em 2014 nova renovação, trocou o carnavalesco, e entra mais um novo personagem na vida da Floripa do Samba, Fernando Nunes, que estreando na CAESV fez um desfile fantástico sobre o pavão, símbolo da escola. Investimentos maiores foram implantados, e assim a escola ficou em 9º lugar. O samba nota 10 de Willian Tadeu embalou a agremiação. Nesse ano surge um dos personagens fantásticos da agremiação, Caio Souza, garoto talentoso, genial, com uma criatividade fora do normal, contribuindo e sendo um grande nome da Floripa do Samba.

Finalmente em 2015 chegou o grande ano, com o carnavalesco Mauricio Ferreira e enredo sobre o nordeste brasileiro, a Floripa do Samba finalmente conquistava o título do carnaval virtual. Um enredo fantástico, samba enredo bem construído por Lucas de Castro e João Gabriel, assim o campeonato veio. A equipe que foi campeã teve como membros: Thiago Meiners como interprete, Caio Souza, Gustavo França como diretor de carnaval.

2016, enredo é sobre Dona Ivone Lara. A equipe está toda preservada, contudo ganhamos um novo integrante, Junior Macedo como diretor de carnaval, um jovem talento com sede de vitória e de amor a escola.

Uma curiosidade que vale salientar, é que a escola em 6 anos já teve três bandeira diferentes, e as cores oficias não eram azul, vermelho e branco e sim Vermelho, amarelo, azul, branco e verde limão.

[/et_pb_tab][et_pb_tab title=”Outros Carnavais”]

Carnaval Virtual 2017
Enredo:  “Beijim Beijim, Voltei Brasil: Alô, Alô, é Fernando Pinto! Tem fruta, fauna, flora e índio”
Colocação: Grupo Especial – 8º Lugar


Carnaval Virtual 2016
Enredo: “Foram me chamar, eu estou aqui o que é que há?”
Colocação: Grupo de Acesso – 4º Lugar


Carnaval Virtual 2015
Enredo: “Eu venho lá do sertão e prepare o seu coração para as coisas que vou contar…”
Colocação: CAESV – Campeã


Carnaval Virtual 2014
Enredo: “Eu sou o pavão, a realeza da Floripa!”
Colocação: CAESV – 9º Lugar


Carnaval Virtual 2013
Enredo: “Hebe – A eterna gracinha”
Colocação: CAESV – 10º lugar


Carnaval Virtual 2012
Enredo: “Floripa – Um pedacinho de terra perdido no mar”
Colocação: CAESV – 8º lugar


Carnaval Virtual 2011
Enredo: Não desfilou
Colocação: Não desfilou


Carnaval Virtual 2010
Enredo: “Da arquibancada do seu coração, União da Ilha é Pura emoção”
Colocação: CAESV – 14º lugar

[/et_pb_tab][et_pb_tab title=”Premiações”]

Premiação Ano Grupo Categoria
Troféu Rosa Magalhães 2015 CAESV Melhor Ala das Baianas
Troféu Estrela de Ouro 2012 CAESV Melhor Enredo

[/et_pb_tab][et_pb_tab title=”Contato”]

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